Vereadores pretendem vistoriar escolas municipais

A medida tem o objetivo de verificar a situação dos laboratórios

de informática que não estão funcionando

    

Governador Edison Lobão – Em decorrência do não funcionamento dos laboratórios de informática, os vereadores pretendem realizar nesta semana uma vistoria nas escolas municipais para verificar “in loco” a situação reclamada pelos alunos do ensino fundamental de Governador Edison Lobão.

A ideia, defendida pelo vereador Lancaster de Carvalho, recebeu a adesão dos colegas vereadores que reivindicam providências ao gestor municipal Lourencio Silva de Morais. “Nós solicitamos ainda a instalação de uma central de ar condicionado para funcionamento do laboratório de informática da Escola Municipal Santa Rita”, disse.

Em aparte, o vereador Ronaldo dos Santos propôs aos colegas que seja realizada uma reunião com o prefeito para que o problema seja resolvido o mais rápido possível no sentido de beneficiar os alunos com o projeto de inclusão digital.

Lancaster da Farmácia, como é mais conhecido, manifestou preocupação devido ao não funcionamento dos laboratórios de informática e lembrou que o município deveria instalá-lo em sala padrão, conforme recomendação do Ministério da Educação e Cultura (MEC). “É preciso instalar o laboratório de informática em ambiente adequado”, aconselha.

A vereadora-presidente Alanete Surubim alertou que, caso o município não construa a sala de informática na Escola Municipal Santa Rita, os alunos poderão perder o benefício com estorno dos computadores para o governo federal. Ela lembrou que o prazo-limite era o dia 23 de agosto passado. “Já cheguei a ligar para o prefeito, alertando sobre o prazo e a importância de se construir essa sala de informática para os nossos alunos”, disse.

Abandono – Na tribuna da Câmara, Lancaster da Farmácia chegou a lembrar que existem computadores que estão há dois anos parados, mas que deveriam estar funcionando nos laboratórios de informática. (Assessoria)

 

Ruas de Campestre do Maranhão

serão asfaltadas ainda este ano 

A garantia de que os serviços vão ser feitos ainda este ano podem ser comprovadas através do Edital de Licitação de nº 027/2000 da Comissão Permanente de Licitação (CPL), da Secretaria de Infraestrutura do Estado do Maranhão, publicado dia 23 de agosto de 2010 no Diário Oficial do Estado e assinado pelo seu presidente, Vicente Diogo Júnior.

No documento publicado no mês passado, o Estado se propõe a fazer obras de asfaltamento de 54 mil metros quadrados em ruas das cidades de Campestre do Maranhão, Estreito, Ribamar Fiquene e Vila Nova dos Martírios. Neste caso, cada município terá direito a 13 mil e 500 metros de asfalto, o suficiente para beneficiar mais de 3 mil e 700 metros de ruas em cada cidade.

O prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo, disse em reunião com secretários e assessores que o aviso de licitação dos serviços, conforme no aviso do Diário Oficial, o deixa bastante à vontade para continuar a administração, que sobrevive com recursos exclusivos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), e feliz com o fato de o Estado poder realizar em seu município obras importantes como esta, que beneficiam o povo que tanto espera do poder público obras dessa natureza.

O pregão que vai definir a empresa vencedora da licitação acontece dia 15 de setembro de 2010. Já a previsão para o início dos serviços ainda não foi divulgada, mas deve acontecer nos próximos 45 dias. Assim que a empresa vencedora solicitar o mapa de arruamento das cidades que serão beneficiadas, as prefeituras devem indicar as ruas que serão asfaltadas.

Segundo o secretário de Obras e Serviços Urbanos da Prefeitura de Campestre do Maranhão, José Amaury Cezar, o projeto já está pronto e o prefeito Emivaldo Macedo está definindo as prioridades para o asfaltamento das ruas em situação mais crítica.

As ruas São José, Maranhão, Pará, Alagoas, Sergipe, Tocantins, Antonio de Aguiar, Onildo Gomes e Justino Teixeira, que foram asfaltadas em 1995 e 1998, estão com a camada asfáltica comprometida e carecendo de um recapeamento. (Por Nardele Oliveira – Da Assessoria)

 

Vale contribui para a retomada da

indústria de ferro gusa na região Norte 

A Vale está adotando uma série de medidas para contribuir com a retomada da indústria de ferro gusa no Polo Siderúrgico da região Norte do Brasil. A atividade naquela região é fortemente voltada para produção de ferro gusa e o principal mercado são os Estados Unidos. Atualmente, porém, a capacidade de produção instalada é superior à demanda. Desde a crise financeira internacional, o mercado norte-americano tem apresentado forte retração, agravada pela concorrência dos produtores russos e ucranianos. Esta situação resultou em uma queda acentuada dos preços internacionais de ferro gusa, de sucata e de outras cargas metálicas. Esta queda na demanda determinou a paralisação ou diminuição no ritmo de produção de ferro gusa na região.

Tendo em vista que a viabilidade dos polos de gusa não é uma mera questão de custo e sim de demanda pelo produto, a Vale está implementando as seguintes ações de apoio ao setor: Compra de parte da produção, a fim de ajudar a regular o mercado neste momento de baixa, colaborando com os clientes no cenário atual, dando, assim, alguma liquidez ao mercado sem demanda. Com esta ação, a Vale entende que as empresas poderão retomar o ritmo de produção viabilizando os níveis de empregos na região;

Incentivo aos produtores para que adotem as melhores práticas de sustentabilidade, com desconto no preço para aqueles que atingirem as metas pré-estabelecidas na utilização de carvão oriundo de florestas renováveis próprias; Apoio a iniciativas de verticalização do parque guseiro através da migração para a produção de fundidos ou aço, a fim de agregar valor a seus produtos e reduzir a dependência do mercado de metálicos norte-americano.

Através dessas ações, a Vale cria alternativa para o setor superar o atual período de crise, mantendo um nível satisfatório de utilização de sua capacidade, além de estimular o aumento de sua competitividade no futuro. (Assessoria de Imprensa)

 

Hospital Infantil terá 13 leitos

de UCI e UTI após reforma e ampliação

O secretário de estado de Saúde, José Márcio Leite, visitou, na tarde de sexta-feira (3), as obras de reforma e ampliação do Hospital Infantil Juvêncio Mattos, que até o dia 15 ganhará 13 leitos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI). Quanto à UTI pediátrica do Hospital Infantil, o gestor estadual informou que a entrega está prevista para o dia 12 de outubro deste ano.

 “Estamos envidando todos os esforços para garantir que o Maranhão melhore a sua estrutura de atendimento pediátrico e neonatal de urgência e emergência. Desta forma, conseguiremos minimizar o problema das filas e reduzir a mortalidade infantil no nosso estado”, enfatizou José Márcio Leite, que esteve acompanhado por técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), bem como representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís.

Segundo informações do diretor geral do Hospital Juvêncio Mattos, Cláudio Araújo, dos 13 leitos de UCI que o serviço de saúde começará a operacionalizar ainda este mês, quatro serão destinados a neonatos e os outros oitos, a crianças com idade entre 29 dias e 12 anos. Ele disse ainda que os investimentos da SES respondem também pela construção de um centro cirúrgico, que será entregue juntamente com a UTI infantil, em outubro.

Reunião

Antes da visita às obras do Hospital Infantil, o secretário se reuniu com a diretoria e a equipe de médicos neonatologistas da Maternidade Benedito Leite, que também acompanharam o gestor na visita ao Juvêncio Mattos. Atualmente, a maternidade mantém 10 leitos de UTI neonatal e 10 leitos de UCI. Durante o encontro, o grupo discutiu a possibilidade de ampliação do serviço de terapia intensiva em mais cinco leitos.

 “Temos uma situação que nos preocupa e que piorou bastante por conta das dificuldades da atenção básica. Todo o nosso esforço é no sentido de encontrar soluções, em curto prazo, para minimizar a procura de mãe e crianças por leitos em São Luís”, informou o secretário José Márcio Leite, que citou como iniciativa de êxito a criação dos fundos estratégicos de neonatologia e pediátrico no estado. “Com esses recursos, o município de São Luís já está podendo manter leitos do SUS na rede privada, quando não há vagas no setor público”, assinalou.

Ressaltando a importância do fortalecimento de uma rede de serviços de urgência e emergência, tanto neonatal quanto infantil, a consultora do Ministério da Saúde para a área de criança, Zeni Lamy, disse que os investimentos do governo precisam ser direcionados com mais ênfase à criação de novos leitos de unidade intermediária.

“Segundo cálculos do Ministério, São Luís tem número suficiente de leitos de UTI. O problema está no interior do estado. Para salvar a vida destas crianças, chegamos à conclusão que são necessários mais leitos de UCI para garantir uma rotatividade maior nas UTIs”, destacou ela, defendendo a expansão do método Mãe-Canguru como uma alternativa de maior viabilidade.

 “Há uma série de vantagens neste tipo de procedimento, entre elas o tempo de internação do bebê é reduzido e a criança também toma menos antibióticos. Enfim, os benefícios são significativos”, completou a pediatra. (Lucienne Santos)

 

Seme discute criação da Agência

Estadual de Energia Elétrica no Maranhão

O secretário de Minas e Energia, Israel Nogueira Ferreira, se reuniu com o superintendente de relações institucionais da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em Brasília, André Freire Venâncio, para discutir a criação da agência estadual de Energia Elétrica no Maranhão.

Com a criação da Agência Reguladora de Serviços Públicos (ARSEP) pelo governo do Maranhão, a ANEEL centralizou suas negociações na criação da agência do órgão no estado. Depois de criada, a Agência Estadual ANEEL terá autônima administrativa, decisória e financeira.

De acordo com o André Freire, são necessários três passos para a criação. O primeiro é aprimorar as relações entre a Secretária de Estado de Minas e Energia (Seme) e a ANEEL. Segundo ele, é preciso uma avaliação, por técnicos da Seme, das resoluções vigentes (276 e 296) e da Lei 12.111/09 que garante a implantação do novo modelo e as resoluções e a Lei Estadual voltada para o setor.

Durante o encontro ficou acertado que o intercâmbio entre os técnicos da Seme e da ANEEL ser iniciada com a realização de reuniões ao longo deste mês. Também deverá ser feita uma simulação com criação de uma agência modelo com todos os parâmetros existentes na ANEEL real.

O secretário Israel Ferreira informou que será encaminhada à Brasília a cópia da Lei que criou a ARSEP para apreciação da equipe da ANEEL.

 

Escola de tempo integral funcionará em

fevereiro no antigo prédio do Marista

 A primeira escola da rede estadual de ensino médio em regime de tempo integral será entregue à população em fevereiro do próximo ano, em São Luís. Funcionará no antigo prédio do Colégio Marista, em São Luís, juntamente com o instituto de idiomas e um centro de capacitação de professores. O anúncio foi feito na tarde de sexta-feira (3), pelo secretário de Estado de Educação, Anselmo Raposo, no encerramento da sexta edição do Programa “Conversando com a Escola”.

O encontro foi promovido pela secretaria de Estado de Educação (Seduc). Contou com a participação de cerca de 200 gestores, diretores, adjuntos e supervisores das escolas da rede estadual de ensino das Unidades Regionais de Educação (UREs) dos municípios de Itapecuru-Mirim, Chapadinha e Rosário, além das presenças dos integrantes da administração superior e da equipe técnica da Seduc.

Depois de conclamar os gestores escolares da rede estadual para construírem juntos com administração central da Seduc as mudanças que a educação do Maranhão precisa, Anselmo Raposo considerou positivo o encontro de trabalho, salientando que o Governo do Estado vem colocando em prática ações para aperfeiçoar a educação no Maranhão.

Entre as ações, o secretário destacou a construção de cinco centros para a capacitação dos professores e o aprimoramento da gestão escolar, bem como os investimentos nas melhorias da estrutura física dos prédios escolares.

Sobre o encontro de trabalho do “Conversando com a Escola”, Anselmo Raposo disse que serviu para definir as prioridades para as URE’s de Itapecuru, Rosário e Chapadinha, a fim de traçar um planejamento estratégico que será cumprido, de forma organizada, nos próximos quatro anos.

Para o secretário de Educação, o maior avanço registrado com a implementação do “Conversando com a Escola” é a aproximação da realidade entre os dirigentes das escolas e os gestores da Seduc. Segundo ele, este diálogo é a melhor resposta do programa neste processo inovador que resultará na melhoria dos indicadores educacionais do Estado. Explicou que este é o primeiro de uma série de processos, que terá continuidade com execução das ações que foram e estão em fase de planejamento.

De acordo com o coordenador do “Conversando com a Escola”, Paulo Roberto Barroso Soares, o encontro de Chapadinha foi focado na discussão de temas como recursos humanos, qualidade da educação e relações interpessoais. Os temas foram discutidos de forma satisfatória e refletiu o acerto do secretario em promover melhorias e mudanças para encontrar “a escola que queremos”.

O "Conversando com a Escola" irá atender a todas as unidades de ensino dos 217 municípios do Maranhão. Na fase inicial estará voltada em atividades voltadas para os diretores, adjuntos e supervisores.

A partir de 2011, as ações serão ampliadas para toda a comunidade escolar. O programa está recebendo ótima receptividade nas unidades regionais de educação, por meio do diálogo direto com as equipes da Seduc e para o planejamento de ações que visam melhorar os indicadores educacionais do Estado.

Integrante da URE de Rosário, Sirley Alves de Lima, avalia que o programa tem ampliado a possibilidade de relacionamento com a Seduc, estimulado a prática de novas ações pedagógicas para adequar as escolas a nova realidade educacional do Estado.

Uma das representantes da URE de Chapadinha, Leonilia Amorim, disse que a sua regional está funcionando dentro dos parâmetros estabelecidos pela Seduc, mas defende melhorias no processo pedagógico. Para alcançar estes objetivos, citou que a regional precisa da ampliação de laboratórios, mais salas de aula e maior capacitação dos professores.

As reivindicações apresentadas foram semelhantes às ocorridas em cinco etapas anteriores realizadas em primeira etapa do "Conversando na Escola", na regional das cidades de Pinheiro, Balsas, Pedreiras, Presidente Dutra e Barra do Corda. Estão previstas novas etapas do programa em Caxias e Imperatriz. A partir de 2011, as ações serão ampliadas para toda a comunidade escolar.

O programa tem como objetivo melhorar a qualidade de educação ofertada nas unidades regionais de educação. É também um momento propício para aprofundar o debate sobre a realidade em que se encontram as escolas localizadas em todas as regiões maranhenses e as propostas para melhoria da qualidade de educação nas unidades de ensino com salas de aula climatizadas, carteiras padronizadas e anatomicamente corretas para que os alunos se sintam bem no ambiente de aprendizado. (Secom-J. França)

 

Sagrima e MPA dinamizam a pesca no Maranhão     

A pesca artesanal maranhense apresenta uma estrutura complexa. As deficiências na coleta, distribuição e comercialização estão restringindo o desenvolvimento do setor. Diante deste quadro, a Superintendência de Promoção e Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura (Supaq), órgão da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), está consolidando uma política para o setor com a inclusão de diversas atividades.

As atividades estão voltadas para o campo social, respeito ao meio ambiente e a aplicação de tecnologias apropriadas. O objetivo é alcançar resultados econômicos satisfatórios e elevar a qualidade de vida das famílias dos trabalhadores envolvidos nesta atividade.

Atualmente está sendo realizada a Campanha Legal é Pescar Legal, coordenada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e do Projeto Viva Pesca Cidadã, coordenado pela Sagrima.

Por meio dessas iniciativas várias atividades estão sendo executadas, entre as quais a emissão da documentação cidadã a aquicultores e pescadores e de documentação profissional a pescadores; a legalização das embarcações pesqueiras, formação de aquaviários e aplicação de questionário para caracterização física da frota pesqueira artesanal.

Nos municípios de Turiaçu e Tutóia, foram emitidos 1.450 documentos que vão possibilitar aos pescadores e aquicultores o cadastramento no Registro Geral da Pesca (RGP) do MPA.

Aproximadamente 105 pescadores concluíram o curso de formação de aquaviários. Foram aplicados 110 questionários de caracterização física das embarcações e 44 armadores foram cadastrados. Também, 58 embarcações foram arqueadas e 44 aptas para inscrição na Capitania dos Portos, além de terem sido emitidas 44 licenças de pesca.

Cursos

Para a pescadora Maria Libânia Costa Ribeiro, que há 20 anos viveu ilegalmente da pesca no município de Turiaçu, a visita do caminhão do Viva Cidadão mudou a história de sua vida. “Agora sou uma pescadora capacitada e com a carteira de pescador em alto mar. Agora tenho uma profissão legalizada e registrada em carteira”, declara.

Ao longo das últimas quatro décadas, a atividade pesqueira teve um papel devastador, aliado aos problemas conjunturais, como: altas taxas demográficas, desmatamentos em áreas de manguezais e das matas ciliares aos corpos hídricos de superfícies.

A sobrepesca é causada principalmente pelo ingresso de um grande número de pescadores temporários da safra, devido a alguns fatores, como baixa organização dos produtores, falta de estudos detalhados sobre os estoques, utilização de técnicas predatórias de captura e fiscalização deficiente.

O presidente da Associação dos Pescadores do Município de Turiaçu, Domingos Veloso de Oliveira, ressalta que os cursos oferecidos mudaram a realidade dos pescadores. “Meus companheiros estão pensando de outra forma e em se organizarem para a comercialização do pescado”, disse.

O trabalho de regularização das embarcações pesqueiras e da emissão de documentos está sendo feito em parceria com o MPA, Capitania dos Portos do Maranhão (CP-MA), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Secretaria de Estado da Administração e Previdência Social (Seaps), por meio do Projeto Viva Cidadão, e Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

A regularização das embarcações pesqueiras junto à Marinha do Brasil e Ministério da Pesca e Aquicultura possibilita aos armadores de pesca acessar a subvenção do óleo diesel proporcionada pelo MPA, que reduz em até 40% os custos com combustível nas operações de captura, o que reduz o custo de produção.

O curso de Formação de Aquaviários é que legitima o pescador a atuar como tripulante de uma embarcação pesqueira. Já a permissão de pesca, emitida pelo MPA, é o documento que define quais tipos de pescaria podem ser exercidas pela embarcação, que tipos de pescados capturar e onde e quando podem exercer a captura.

 “A participação do Governo do Estado na oferta de oportunidade local de obtenção dos documentos de cidadania tem tornado possível aos pescadores requererem o registro junto ao MPA e Capitania dos Portos, tendo em vista que tais documentos são exigidos quando do requerimento, pelos interessados no registro junto a esses órgãos”, explicou superintendente da Sagrima, José de Ribamar Pereira. 

Câmara

Como estratégia de articular a atividade no Maranhão, ainda este mês, a Sagrima instalará a Câmara Setorial de Pesca e Aquicultura. “Iremos articular e estimular ações das entidades públicas, privadas e da sociedade civil, que atuam ou contribuam com os diferentes elos das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura no estado, bem como propor a realização de estudos, opinar sobre políticas e formular propostas destinadas a promover o desenvolvimento integrado e sustentável da pesca e da aquicultura no Maranhão”, afirmou o secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca Afonso Ribeiro.

Censo Aquícola

Em parceria com o MPA, a Sagrima está dando o apoio logístico para a realização do 1º Censo Aquícola do Estado, iniciado em junho de 2009 e previsão de conclusão até dezembro.  Já foram feitas as visitas aos aquicultores de cinco das oito regiões do estado estabelecidas para fins de execução do censo. No Maranhão as 18 regionais foram divididas em oito regiões de coleta, envolvendo os 217 municípios para facilitar a realização do censo.

O 1º Censo Aquícola conta com o apoio das unidades regionais e locais das Agências Estaduais de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp) e de Defesa Agropecuária (Aged), órgãos vinculados à Sagrima. (Secom)

 

Uema e Ascem firmam parceria

para dinamizar a agropecuária 

 O reitor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), José Augusto Silva Oliveira, e o presidente da Associação dos Criadores do Estado do Maranhão (Ascem), Marco Túlio Dominici, assinaram, na noite de quinta-feira (02), a continuação do Convênio de Cooperação Técnica, com o objetivo de somarem esforços em prol do desenvolvimento do sistema agropecuário maranhense.

 A duração do convênio é de três anos, a partir da data de sua assinatura, podendo ser modificado, renovado ou rescindido, mediante Termo Aditivo a ser celebrado entre os partícipes, através de aviso prévio emitido com antecedência mínima de 30 dias.

Presentes no ato de assinatura, o diretor do Centro de Ciências Agrárias (CCA), José de Ribamar Gusmão; a diretora do curso de Medicina Veterinária, Francisca Neide, o diretor do curso de Engenharia de Pesca, Haroldo Barroso, professores, funcionários e estudantes.

O reitor José Augusto Oliveira falou da importância que representa a aproximação e cooperação mútua entre o setor privado e o público, em prol do crescimento da produção agrária no Maranhão. “A Uema está à disposição da sociedade, espalhada pelo estado, gerando conhecimento e preparando profissionais aptos para o mercado de trabalho”.

Para Marco Dominici, é extremamente o trabalho conjunto da Uema com a Ascem. O professor José de Ribamar Gusmão afirma que a iniciativa abre oportunidade de crescimento profissional para os alunos e o aprimoramento técnico para os produtores.

De acordo com o documento compete à Uema, entre outras responsabilidades, prestar apoio acadêmico-pedagógico às fazendas e empresas dos associados da Ascem, visando a realização de estágio curricular; viabilizar intercâmbio técnico-científico para a realização de treinamentos e cursos de capacitação para criadores, técnicos, estudantes e comunidades; prestar serviços de assistência médico-veterinária e de assistência ao processo de julgamento dos expositores interessados, por meio dos cursos de Medicina Veterinária e de Zootecnia.

A Ascem vai disponibilizar a instalação física, na qual funcionará, em caráter permanente e sem custos de locação, um estande da Uema no Parque Independência, durante a Expoema, com a finalidade de apresentar os cursos de graduação, pós-graduação e extensão, bem como divulgar produtos, tecnologias e serviços gerados pela instituição no interesse do agronegócio maranhense; permitir a entrada gratuita no recinto do Parque Independência, no horário das 8h às 16h, de professores, estudantes e técnicos dos cursos de graduação de Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia de Pesca, e também de pós-graduação "stricto sensu" da área de Ciências Agrárias; disponibilizar espaços em currais, estábulos e baias para apresentação de animais que estiverem sendo estudados pela Uema em experimento de produção, melhoramento e preservação, entre outros. (Alcindo Barros) 

 

Cidade   Política   Polícia   Esporte   Tocantins   Retornar